HOT NEWS
Tecnologia
Sex, 18 de Maio de 2012 10:50    PDF Imprimir E-mail
Em poucas horas, perfil de Lula no facebook supera o de FHC

lulafaceCom menos de 24 horas de funcionamento, o perfil do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Facebook já foi "curtido" por cerca de 80 mil pessoas, número que cresce a cada minuto. Quando comparamos com o perfil do antecessor, o ex-presidente Fenado Henrique Cardoso, esse número é mais que o dobro do acumulado por FHC, que já está há nove meses logado à rede social.

Em vídeo divulgado na quinta-feira (17), Lula declarou  que a página servirá para ampliar o debate em torno dos projetos desenvolvidos pelo Instituto Lula. “Queremos reunir aqui todos os interessados em continuar compartilhando esperança e solidariedade na luta por um mundo mais justo”, afirmou.

Mas, não foi somente na rede que Lula provou sua popularidade em relação ao tucano. Quando passou a faixa pra Dilma Rousseff, pesquisa do ibope apontou que Lula tinha 87% de aprovação, maior índice entre os presidentes do período democrático. Já FHC, ao final de 2002, tinha avaliação positiva de 26% dos entrevistados pelo Ibope.

Além disso, outros reconhecimentos foram os títulos de doutor honoris causa, concedidos por universidades do mundo inteiro a pessoas cujo conhecimento é considerado digno de reconhecimento acadêmico.

Veja o depoimento de Lula sobre sua página no Facebook

Fonte: Vermelho.org.br

 
Qui, 17 de Maio de 2012 11:15    PDF Imprimir E-mail
Anúncio no Facebook não funciona, diz GM
1facebookÀs vésperas da oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) do Facebook, o Wall Street Journal publica reportagem que revela o plano da General Motors de desistir de anunciar no Facebook. Os executivos de marketing da companhia — a maior montadora de veículos dos Estados Unidos — concluíram que os anúncios pagos na rede social tiveram pouco impacto nos consumidores, segundo informou uma fonte da GM ao jornal.

A empresa gastaria US$ 40 milhões com publicidade no Facebook por ano. Desse montante, US$ 10 milhões seriam pagos apenas ao site e o resto seria usado para cobrir os custos com o conteúdo criado para o site, com agências que administram o conteúdo e com a manutenção diária da página que ela mantém na rede. Esta, de acordo com as pessoas ouvidas pelo Journal, continuará a ser usada pela GM como uma ferramenta de marketing. Assim como os perfis para usuários comuns, esse recurso é grátis.

A GM começou a reavaliar sua presença no Facebook no início deste ano, depois de a equipe de marketing começar a questionar a eficiência dos anúncios, segundo o jornal. Executivos da montadora teriam, aliás, se reunido com gerentes da rede social para falar sobre essas preocupações. Eles teriam saído da reunião sem a certeza de que o investimento valia a pena.

“O recuo da GM vem no momento em que os anunciantes têm questionado cada vez mais a publicidade paga no Facebook”, diz oWall Street Journal. A reportagem não detalha como o departamento de marketing da GM mediu a ineficiência de seus anúncios no Facebook.

Enquanto isso, notícias sobre como o Facebook ajuda marcas a se fortalecerem surgem a todo momento. O infográfico abaixo (em inglês), da empresa de pesquisa Socialbakers, mostra como marcas globais estão usando a rede social para conquistar fãs afora de seus países de origem. São dados relacionados apenas às páginas de empresas, o recurso gratuito. A Coca-Cola lidera o ranking de fãs, com 416 milhões, seguida de Starbucks, Converse, Red Bull e Oreo. Veja quais marcas são mais fortes de acordo com o país.

Fonte: Estadão
 
Qua, 16 de Maio de 2012 10:50    PDF Imprimir E-mail
Google tenta 'empurrar' usuários para sua rede social
google cria boto para recomendar resultado de buscas para amigos O Google tem feito de tudo para atrair o usuário: integrou seus produtos e serviços à sua rede social, já redesenhou a interface do Google+ duas vezes em dez meses e adotou um "gatilho" que cria, automaticamente, um perfil na comunidade virtual quando um usuário abre uma conta em outro produto ou serviço da empresa, como o Gmail ou o YouTube. Segundo a companhia, foi mais de uma mudança por dia desde a criação do Google+, em 28 de junho de 2011.

Como resultado, alcançou a incrível marca de 170 milhões de pessoas na rede social em tão pouco tempo.

"O Google não tem feito nada para aumentar o volume do Google+", diz Felix Ximenes, diretor de comunicação e assuntos públicos do Google para o Brasil. "É completamente orgânico o crescimento. Ele é um fenômeno."

O problema é que, apesar de novos usuários não pararem de surgir a cada dia, eles simplesmente não interagem no Google+ e quase não o acessam.

O último dado público sobre tempo gasto em redes sociais, de janeiro deste ano, mostra que, enquanto usuários ficavam uma média mensal de 7,5 horas conectados ao Facebook, no Google+ eles passavam 3,3 minutos.

"Não estamos preocupados com o Facebook", diz Ximenes. "Ele não é um competidor direto." Segundo o diretor, o Google+ não é uma simples rede social. "Nós o enxergamos como uma camada social que permeia todos os nossos produtos."

PUBLICIDADE ON-LINE

O investimento pesado no Google+ tem razões mercadológicas: os usuários gastam cada vez mais tempo nas redes sociais, compartilhando conteúdo e interagindo.

Essas preciosas informações são utilizadas pelas empresas para criar anúncios mais eficientes para esses mesmos usuários. Mas o Google, que baseia seu modelo de negócio na receita de anúncios, não consegue ter acesso a essas informações.

"As redes sociais ganharam importância há alguns anos", diz José Calazans, analista do Ibope Nielsen. "Elas mantêm as pessoas por mais tempo na internet, e as empresas têm olhado para elas."

"A excelência do Google é varrer a web aberta", diz Marcel Leonardi, diretor de políticas públicas e relações governamentais do Google no Brasil. "Mas existe um movimento contrário à liberdade da web, de migração para os 'jardins murados'." Com o Google+, a empresa quer fazer parte dessa festa.

Fonte: Folha Online
 
Ter, 15 de Maio de 2012 10:05    PDF Imprimir E-mail
Impacto das redes sociais sobre crianças deve ser discutido
facebook permite converso de perfil em pgina de negcio A entrada do Facebook em Wall Street deve ser acompanhada de intenso debate sobre o enorme impacto das redes sociais sobre as crianças, opina Jim Steyer, especialista americano sobre o tema.

Steyer, fundador do Common Sense Media, um centro de estudos sobre os meios de comunicação e as famílias, disse que a tecnologia que o Facebook representa tem "um enorme impacto" sobre as crianças, as famílias e as escolas de todo o mundo.

"Precisamos de um grande debate nacional, se não global, sobre os prós e contras desta questão", disse Steyer em uma entrevista à agência France-Presse.

Enquanto as redes sociais como Facebook, Google+ e Twitter oferecem "extraordinárias possibilidades" em aspectos como a educação, "também há desvantagens reais nas formas de desenvolvimento social, emocional e discursivo", disse Steyer, pai de quatro filhos, que também é advogado de direito civil e professor da Universidade de Stanford.

"Com sorte, depois da euforia da entrada na bolsa e da valorização do Facebook, então poderemos colocar em andamento uma séria discussão sobre o que isso significa", enfatizou.

Steyer estava em Washington para promover seu livro recém publicado "Talking Back to Facebook The CommonSense Guide to Raising Kids in the Digital Age" ("Respondendo ao Facebook: Guia do senso comum para criar crianças na era digital"), em que ele defende uma maior participação dos pais nas vidas dos filhos na internet.

"Gostemos ou não, as crianças estão passando muito mais tempo com as redes sociais e a tecnologia do que com suas famílias ou na escola", em média, oito horas ao dia nos Estados Unidos, alerta o livro.

As crianças correm o que Steyer chama de triplo perigo RAP --a sigla em inglês de problemas de relacionamento, atenção e vício, e privacidade-- assim como de perseguição cibernética, pornografia online e, no caso das meninas, problemas com a imagem corporal.

"Esta extraordinária revolução nos meios digitais foi impulsionada por jovens engenheiros, muitos dos quais não são pais, muitos dos quais são um pouco torpes socialmente e que não pensaram realmente nas consequências sociais e emocionais" de seus produtos, disse.

No começo desta semana, uma pesquisa da Consumer Reports mostrou quase 13 milhões de usuários americanos de Facebook - de um total de 157 milhões e 900 milhões em todo o mundo- não utilizam ou não estão conscientes dos controles de privacidade do site.

A nível governamental, Steyer sugeriu que os Estados Unidos sigam o exemplo da Europa na regulação da privacidade e que seja introduzido um "botão de apagar" que permita aos usuários limpar tudo o que podem ter publicado no passado.

"Precisamos, além disso, de regras claras e simples (em relação à privacidade) para as empresas tecnológicas, porque são estas as que dominaram o debate e estabeleceram as normas", argumentou.

Aos pais recomendou "momentos de desconexão pessoal da tecnologia" e proibir os smartphones na mesa na hora do jantar, por exemplo.

"(Eles) têm realmente que aprender as regras do caminho e devem fixar limites claros e simples para os filhos, estabelecer regras claras de comportamento e vocês têm que ser um modelo a seguir", acrescentou.

Fonte: Folha Online
 
Qui, 10 de Maio de 2012 08:51    PDF Imprimir E-mail
Blueseed: conheça o navio-incubadora de startups
0a109Entre 1996 e 2011, durante a "bolha da Internet" (alta das novas empresas de tecnologia com base na Web), as startups se multiplicaram rapidamente. Muitas delas acabaram descobrindo as vantagens das incubadoras de empresas, que ofereciam uma espécie de consultoria aos novos negócios, mostrando o caminho para a divulgação, desenvolvimento e maturação dessas ideias.

Mas algo que ninguém nunca havia pensado até então era uma incubadora flutuante, localizada em um navio completo que, além das vantagens de ir e vir pelos mares e oceanos, também possui certos "benefícios" como amenizar as rígidas leis de imigração americana, ou os impostos do Brasil?

O "Blueseed" é um navio-incubadora projetado por Dario Mutabdzija, cujo ambiente é repleto de vegetação, com direito a pista de pouso para helicópteros. Quanto às regras, o Blueseed usufrui das mesmas leis marítimas de um navio de cruzeiro. Mas a melhor parte é que, ao contrário de todas as burocracias (ops, documentações) necessárias para qualquer visitinha que se faça aos EUA, por exemplo, você somente precisa ter um passaporte válido para ter sua empresa incubada no navio.

E essa é a ideia geral do projeto, ou seja, gerar oportunidades para centenas de empresas de tecnologia, fora das leis convencionais da "terra firme". Isso porque no cenário atual de empreendedorismo americano, muitas empresas acabam sendo barradas pelas leis de imigração que, dentre suas diretrizes, não permite a instalação de uma startup ou torna o custo muito alto.

O aluguel das acomodações flutuantes (para aqueles que visam qualidade de vida e preferem morar perto do trabalho) tem variações e os pacotes custam a partir de U$ 1.200 por pessoa por  mês. Além disso, cada morador terá que depositar uma quantia suficiente para cobrir o transporte de volta para seu país de origem, em caso de necessidade. Como um "seguro-fiança", o dinheiro será devolvido assim que o morador deixar o Blueseed.

O navio tem um centro de convivência com restaurantes, cafeterias, ginásios, salas de entretenimento e espaços de trabalho para mais de mil pessoas. A estimativa é de que as operações comecem em 2013.

Fonte: Olhar Digital
 


JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL

Expediente

Presidente
Isaac Jarbas Mascarenhas do Carmo
presidencia@sindmetau.org.br

Coordenadora de Imprensa
Gabriela Candido
imprensa@sindmetau.org.br

Expediente

Diretor de Imprensa
Sinvaldo dos Santos Cruz
sinvaldo.cruz@sindmetau.org.br

Endereço

Rua Urupês, 98 - Chácara do Visconde - Taubaté - SP - CEP 12060-080
Fone (12) 2123-4300 - Fax (12) 2123-4318
E-mail: sindmetau@sindmetau.org.br

CNM  CUT

FEM         Brasil Atual